Numa quinta-feira à tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido. Percebemos que o amor igual não há e que aquela pessoa continua e continuará a ser uma referência afectiva mais sincera e profunda. Não é doença nem obsessão. Aliás não é nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e que já fez parte das nossas vidas.